quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Como foi o meu blues puerperal...

Oláááá!!!

P.S 1: Desculpa a falta de posts na semana passada. Levei um tombaço que me deixou quietinha por uns dias!

P.S 2: Eu não se se perceberam, mas eu estou tentando fazer os posts em ordem cronológica, do que aconteceu nesses últimos 3 meses. Como eu posto, praticamente todos os dias no insta, estou usando as postagens antigas como referência, assim não deixo de contar nada por aqui. Já já, eu chego nos dias de hoje e, ficamos em "tempo real".


Eu sabia que viveria o blues puerperal e, preparei o marido para isso. Li muito sobre essa fase e, compartilhava com ele os depoimentos que via, para ele saber o que esperar e, mais importante, me entender e me ajudar! 

Eu só não sabia que, diferente da maioria, a minha "tristeza" estaria mais direcionada a mim, meu corpo, minha imagem no espelho, do que na maternidade em si. Claro que o cansaço e a privação de sono, desse primeiro mês, acabam amplificando essa melancolia e, porque não dizer, tristeza...

A primeira vez que me vi no espelho, pós parto, ainda na maternidade, foi um choque pra mim, pois não me reconheci. Eu ia tomar um banho e o marido estava me ajudando, por conta da minha queda de pressão. A imagem no espelho refletia um rosto extremamente cansado, apático, meio sem vida... Quando desci o olhar para meu corpo e, vi minha barriga, me bateu um desespero. Aquela pele flácida, inchada, meio roxa, um calombo no baixo ventre, do útero que ainda não havia contraído... me senti deformada, feia, morrendo de vergonha de estar nua na frente do marido.

O rosto, apesar do cansaço, eu conseguia disfarçar com uma maquiagem básica. Fazia um rabo de cavalo, colocava um brinco e, me sentia mais apresentável. Agora o corpo... No final da primeira semana, já havia perdido os quase 9kg, ganhos na gestação. Demorei para estacionar a balança no meu peso ideal, pois continuava emagrecendo, por conta da amamentação.


Já a barriga, o edema foi sumindo aos poucos, convivemos juntos por uns 2 meses! rsrs. Embora a barriga pareça retinha, é só tocar para perceber que a flacidez ainda continua, bem menos esquisita do que no começo, é verdade. Eu fui liberada para fazer exercícios após 90 dias do parto. Mas, enquanto não podia, quem me salvava era a cinta, que dava uma estruturada melhor. 

Chorei muito a cada olhada no espelho. Racionalmente, sabia que voltava ao normal, mas, emocionalmente, deu medo, vergonha. Impossível não pensar, se voltaria a usar um biquíni de novo, se o marido ainda iria me achar bonita... Isso sem contar o sangramento sem fim, o leite que vaza, o peito que dói... 

Quanto à maternidade, eu nunca pensei que não daria conta. Sabia que seria difícil, que não dormiria uma noite inteira tão cedo, que entraria num ciclo sem fim de 3 em 3h: trocar, mamar, arrotar, dormir! O que incomoda mesmo é a privação de sono! É de enlouquecer, o mau humor afeta tudo! Tem que ter muita paciência. Mas, no geral, estou bem feliz na maternagem! O mais difícil mesmo, foi a amamentação, que já contei o inicio nesse post, mas ainda falta contar como foi depois, que ela passou para o peito definitivamente! Assunto de um próximo post!


Minha sorte nesse período: ter um marido atencioso, compreensivo, companheiro, que tem sido meu porto seguro e me acalma nos momentos de crise, até hoje!


O que eu posso dizer para quem está no olho do furacão, é que o mantra da maternidade "vai passar!" é verdadeiro. A gente acha que não, mas o tempo realmente faz milagres. Claro que, estou falando só do blues, os casos de depressão, necessitam de ajuda especializada e, não é nenhuma vergonha assumir e buscar ajuda. Comigo, o sinal amarelo ficou aceso por um tempo...

E como foram o de vocês?!?!

Beijos

3 comentários:

  1. Aqui não se se bateu e se bateu não senti muito.
    O corpo, bom esse está estranho há 18 meses kkkk Agora que estou tendo cabeça para focar nele e mudar a situação dos 21kg ganhos na gravidez e dos 13kg que estacionaram após o parto. Mas como não fui nunca muito preocupada com isso acho que não me abalou e nem abala.
    Sobre a maternidade lembro de ter chorado uma vez, mas foi por sentimento de impotência por não conseguir ajudar meu bebê numa crise de cólica. De resto, tentei levar sempre tudo na esportiva e contei com ajudas essenciais de mãe, marido e amigas.
    Beijos

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  2. Oi Babi, o primeiro mês pra mim foi extremamente difícil (não que agora seja fácil, mas pelo menos não me desespero mais...rs), tive um baby blues bem forte e meu sinal amarelo para a depressão também ficou ligado por um tempão, bom, contei um pouco sobre isso lá no blog...bjão em vc e na pequena!

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