terça-feira, 2 de agosto de 2016

Semana Mundial do Aleitamento Materno - Meus dias na Maternidade...

Oláááá!!!

Do dia 01 ao dia 07 de agosto é comemorada a Semana Mundial do Aleitamento Materno e, achei um bom motivo para contar como foi o processo de amamentação da Analu, desde o nascimento até os dias de hoje.

Nesse primeiro post, conto como foram os dias na maternidade e todo o meu calvário, nesse quesito. Mas ó, já adianto que tem final feliz, tá?!
Hoje nos entendemos super bem!
Escolhemos a maternidade pela estrutura e equipe neonatal, pois vimos que seria a melhor em proporcionar os cuidados à ela, caso desse algo errado. Graças a Deus, não foi preciso, pois Analu nasceu super saudável.

Meu único problema foi no que tange a amamentação. A maternidade tem a fama de incentivar o aleitamento materno, os pediatras neonatais são professores da Unicamp, o que reforça mais ainda essa fama. Porém, uma série de erros culminaram na Analu saindo da maternidade sem amamentar no seio e tomando fórmula, o que é contraditório com o que pregam.

Abaixo vou relatar só a parte da amamentação, ok?! Os cuidados com higiene e saúde, tanto comigo quanto com a Analu, foram ótimos! A hotelaria do hospital é exemplar e, as refeições eram oferecidas à mim e ao acompanhante. E, apesar dos problemas que irei relatar, essa maternidade continua sendo a minha escolha para o baby 2! Eu acredito que a situação foi um azar da minha parte, somado à minha inexperiência, além do lotamento da maternidade. Haviam mais pacientes, que leitos disponíveis, ocupando outros andares e sobrecarregando a equipe de enfermagem.

Dia 1 - Domingo, 24/04/16

Como falei no post anterior, eu subi para o quarto, logo após o parto, com muito sono. Analu chegou 30 minutos depois, dormindo e, não colocaram ela para mamar. Primeiro erro! Eu nem lembrei de pedir, mas também, não tinha obrigação nenhuma de lembrar. A equipe de enfermagem que deveria fazer isso. Analu dormiu, simplesmente, o dia todo!!! Quando questionei, me informaram que, todo bebê, quando nasce, tem uma reserva energética e, que por ela ser grande, a reserva era muito boa e, eu não deveria me preocupar. Além disso, ela fazia testes de glicemia a cada 6h (por ter nascido grande), e os índices estavam bons. Ela fez esses testes durante os 5 dias de internação!!! Não chorou em nenhum! #minhagarota

O único problema do dia mesmo, foi a minha queda brusca de pressão no banho, que contei no post passado. Minha médica passou, para ver como eu estava, e disse que a previsão de alta era na terça.

Dia 2 - Segunda, 25/04/16

Às 5h da manhã, uma técnica veio e perguntou se eu queria tentar amamentar. Claro que sim, né?! Expus meu seio e, ela viu que eu tinha o mamilo invertido. Peguei a Ana Luisa no colo e aproximei a boca dela, mas ela não mamou. A técnica mudou a posição dela, mas mesmo assim ela não pegou. Calçou uma luva, colocou o dedo mindinho na boca dela e, quando ela começava a sugar passava para o meu peito e, nada! Aí, ela falou que a culpa era do meu mamilo e que eu deveria usar um bico de silicone, que assim ela pegaria o seio. Segundo erro! Ela não tentou fazer a Analu pegar, não me ensinou a projetar o mamilo, nem em como eu deveria segurar o seio para facilitar. Simplesmente, mandou o Pedro ir à uma farmácia comprar o tal bico. E lá foi ele, de madrugada.

Quando ele chegou, a técnica posicionou o bico de silicone e, Analu deu algumas sugadas, poucas e bem desajeitadas, mas deu! Pronto! O problema era o meu mamilo mesmo, pensei eu! Na próxima, vai ser melhor ainda! Ledo engano! A cada 3h, alguém vinha nos lembrar de colocar ela para mamar. Eu posicionava o bico, pegava Analu e começava o nosso martírio! Ela não conseguia sugar do jeito que se espera, não conseguia abocanhar todo o bico. Ela e o seio não se encaixavam, sabem?! O problema é que agora ela estava com fome, então não tinha muita paciência e abria o maior berreiro. Foi a primeira vez, das mais de 1000 vezes, que ouvi: "Calma! Ela é grande, gosta de fartura!".

Agora, imagina. Eu ainda não tinha leite, apenas o colostro. Precisava do estímulo da sucção, para estimular a descida do leite, mas a bebê não conseguia sugar e, ao invés de me ajudarem a acalmá-la e me ensinar a tornar a pega mais fácil, ficavam repetindo que ela era impaciente, por ser grande e gostar de fartura, o que eu não tinha!!!

Assim seguiu o dia todo! Com exceção dos momentos que vinham buscá-la para fazer os testes de glicemia (ela ia e voltava dormindo), para fazer os exames com o pediatra e, quando vieram ensinar a dar banho.

O único médico que veio até o meu quarto, foi a minha obstetra, ver como estava os pontos, a medicação, essas coisas.


Dia 03 - Terça, 26/04/16

Acordei achando que no final do dia iria para casa!!! Passamos o dia na luta com a amamentação! A cada 3h, trocávamos a fralda e tentávamos fazer Analu mamar. Como todo RN, ela era muito sonolenta. Para conseguir acordá-la e fazer mamar, levávamos um bom tempo. Primeiro, ligávamos o ar condicionado, ela sugava um pouco e dormia de novo. Depois, tirávamos a roupa dela, aí que ela despertava mesmo! Tentava sugar, mas o bico escorregava, não conseguia prender ele na boquinha e, abria o berreiro! Lá vamos nós, escutar mais uma vez "ela é grande, gosta de fartura!". Essa frase virou piada entre a gente!!!
E nada do meu leite descer! Mas, o pouco que ela sugava de colostro, era o suficiente para manter a glicemia dela ok. Toda vez que buscavam ela, eu perguntava como tinha ido e as respostas eram sempre, que estava tudo ok, dentro do intervalo.

À tarde o pediatra de plantão passou, contou que foi ele que fez os exames pela manhã na Analu, que ela estava bem e, que deveríamos continuar insistindo na amamentação, que ele recomendou às técnicas, para me ajudarem sempre. Ok! Entendemos que estava tudo indo dentro da normalidade!

No final do dia minha médica veio. Perguntei se eu teria alta, ela disse que sim, na manhã seguinte, mas que eu não deveria me preocupar, que ficaríamos no mesmo quarto. Oi?!?!? Não entendi! Descobri, por ela, que Analu não teria alta, por ainda não estar pegando firme o seio. Fiquei triste! Poxa, ninguém veio falar com a gente sobre isso. Minha médica não era responsável pela Analu, não era ela que deveria me informar isso. Mas, respirei fundo e aceitei, afinal, eu queria mesmo sair de lá com ela firme no peito certinho.

De noite, veio a pediatra que fez os primeiros cuidados na Analu, quando ela nasceu. Me explicou, que ela ainda não estava se alimentando muito bem, começou a perder peso e, que teríamos que complementar com a fórmula. Eu entendi e aceitei, afinal ela se alimentar era o mais importante! Mas, gostaria que fosse dado no copinho ou na seringa. Aí, ela me disse que lá não faziam isso, que era na chuquinha (terceiro erro!), mas que poderíamos tentar a translactação, na qual o bebê mama a fórmula por uma sonda fixada no meu seio (ele se alimenta achando que está mamando no peito). Aceitei a segunda opção. Na minha cabeça era muito claro que, se ela pegasse mamadeira, já era! Não pegaria meu peito de jeito nenhum!

Dia 04 - Quarta, 27/04/16

Pior madrugada de todas! Na verdade, começou às 23h da terça. Iniciei a preparação para a amamentação, mas a Analu estava impaciente. Chorava muito, gritos absurdos, não conseguia pegar o seio de jeito nenhum. E eu, um caco! Comecei a chorar! A técnica foi chamar a enfermeira chefe. A moça veio, apenas me olhou e saiu dizendo que iria ligar para a pediatra. Voltou pouco depois, me oferecendo a opção da translactação. Trouxeram o aparato e, na hora de colocar a sonda em mim, colocaram por dentro do bico de silicone. Questionei, pois não era assim que eu tinha lido. Mas, a técnica falou que era assim mesmo. A enfermeira só ficava olhando a técnica, meio perdida. A impressão que tivemos dela é que não sabia o que fazer. Podemos estar enganados, mas parecia que ela era uma recém-formada crua ainda, que a técnica era a que tinha conhecimento mesmo, sabe?!

Toda preparada, lá fomos nós, posicionar Analu. Foi o maior berreiro! A técnica empurrava o rostinho dela contra o meu peito e, ela ficava mais nervosa ainda! Óbvio! Aí, a técnica pegou ela do meu colo. achei que era para acalmar, mas, simplesmente, enfiou a chuquinha na boca dela. Gente do céu! Quis morrer nessa hora! Eu já chorava de soluçar e, ver minha filha na mamadeira, assim de qualquer jeito, doeu na alma! Ela sugava com tanta vontade que engasgou! A técnica nem parou e me perguntou se eu queria dar no lugar dela. Fiquei lá, assistindo minha filha mamar no colo de uma estranha...

Ela mamou tudo e, claro, capotou depois! Chorou horrores e ainda "comeu" fórmula, que é bem mais pesada que leite materno, era de se esperar, né?! Para a técnica e a enfermeira, a solução havia sido encontrada! Analu estava com fome, não pegou meu peito, porque ela é grande e gosta de fartura e, eu não oferecia isso para ela! Nunca vou me esquecer dessa madrugada, ela pode até cicatrizar, mas a mágoa de como tudo foi conduzido, ainda está aqui e, só de relembrar e escrever isso, me veem lágrimas nos olhos!

Perto de amanhecer, chegou a hora de amamentar de novo. Dessa vez, a técnica veio antes dela despertar, me preparou e, colocamos Analu para mamar. Ela conseguiu um pouco, eu senti meu peito sendo sugado, mas não durou muito, ela reclamou e a técnica pegou a chuca. Falei que eu dava! Que se era para ser assim, que eu faria.

Quando ela foi embora, comecei a pesquisar consultoria em aleitamento. Lembrei que minha obstetra tinha me indicado uma, durante uma consulta de rotina, quando contei, que tinha medo da Analu não amamentar por conta do mamilo invertido. Mandei um zapzap explicando tudo o que tinha acontecido, ela me ligou, conversamos muito, me orientou como proceder e, 6h30 da manhã, já estava com uma consulta agendada, assim que tivesse alta.

Ainda pela manhã, antes da próxima mamada, vieram buscá-la para os exames. Eu ouvia o berreiro dela do nosso quarto, quando entrou uma psicóloga. Pediu pro Pedro sair e começou a conversar, querendo saber como eu estava lidando com a situação, se eu havia me preparado para ter filho, essas coisas. Descobri, que a enfermeira relatou meu "choro descontrolado" da madrugada e, que eu poderia estar instável! Legal, né?! Falei que as coisas poderiam ser mais tranquilas, se tivessem mais paciência, não desistissem rápido, se os pediatras viesse falar com a gente direito e entrasse em detalhes. Até aquele momento, eu não sabia nem o tipo sanguíneo da Analu, apesar de ter perguntado todos os dias!!! Disse que queria ir embora, que estava me estressando muito ali.

Ela se foi, Analu voltou e com ela uma obstetra e a enfermeira chefe do turno. A obstetra me informou que a minha médica tinha me dado alta e que, a partir daquele momento eu deixava de ser paciente para ser acompanhante da Analu. Basicamente não muda muita coisa, apenas que não receberia mais a medicação via hospital, mas que continuaríamos no mesmo quarto.

A enfermeira veio me explicar o que foi feito com a Analu e, que a amamentação continuaria sendo assistida, dessa vez com mais cuidado. Perguntei quando ela teria alta e a resposta foi evasiva. Perguntou se eu queria amamentar ela e, diante da minha resposta afirmativa, disse que a natureza tem seu ritmo, que meu leite não havia descido e que Analu não estava firme no peito. Para bom entendedor, meia palavra basta, certo?! Ela não teria alta tão cedo!!!

À tarde, veio uma enfermeira especialista em amamentação da uti neonatal. Um verdadeiro anjo! Pela primeira vez, alguém com muita calma e paciência veio me ajudar a amamentar. Ela ficou quase 1h comigo e Analu conseguiu sugar o meu peito com a ajuda do bico de silicone. Ainda não tinha leite, mas ela mamou colostro o suficiente para não aceitar a complementação. Fiquei super feliz! Vi ali uma esperança de que conseguiria amamentar. Nesse atendimento, começamos a ordenhar meus seios, para estimular e oferecer o que saísse para Analu, antes de oferecer a fórmula. Ela trouxe uma bomba elétrica, mas era do tipo profissional e doeu demais! Não consegui tirar muita coisa, mas guardamos mesmo assim.

Infelizmente, essa foi a única vez que ela "cuidou" da gente. A troca de turno aconteceu logo depois.

A orientação dos pediatras era para chamar alguém toda vez que fosse amamentar. Como eu não era mais paciente, percebemos que ficávamos no final da fila, quando apertávamos a campainha. E, as técnicas que vinham no nosso quarto, já sabendo do que se tratava, ficavam ali mais me vigiando do que me ajudando. Elas chegavam com 2 chucas, uma com meu leite ordenhado e outra com a fórmula. esperavam eu pelejar com a Analu no peito. Quando ela não mamava mais, lá ia eu dar a chuca com o meu colostro e depois, a fórmula. Quando todo esse processo acabava, eu ia ordenhar manualmente. Não me ensinaram esse processo da forma correta (terceiro erro!), não conseguia volume fazendo sozinha. Então, elas faziam e, eu sofri demais com a força que usavam. Eu me senti verdadeiramente como uma vaca! Engolia os gemidos e o choro e, deixava! Eu tentava abstrair a dor, rezando para ter forças e suportar. Só pensava que aquilo era o melhor para a Analu, ela teria meus anticorpos.

Quando a ordenha terminava, sobrava pouquíssimo tempo para eu descansar, menos de 1h depois, já deveria começar todo a saga de novo.

A noite foi muito difícil. Marido e eu estávamos exaustos, tanto fisicamente, quanto emocionalmente. Eu ainda tinha a dor e os cuidados do pós-parto, que ficaram em último plano.
Só assim, com ela no colo, eu conseguia descansar...
Dia 05 - Quinta, 29/04/16

Durante a madrugada, Analu começou a berrar e se contorcer toda. Dava para ver que ela estava com dor. Eram gases (não chamam de cólica antes dos 15 primeiros dias). Durante o dia, ela teve alguns episódios leves, nos ensinaram a fazer ginástica com as perninhas e massagem no abdome. Tentamos fazer o mesmo dessa vez, mas ela não sossegava. Chamamos a técnica, que levou ela para a enfermeira. Logo em seguida, ela volta com uma chuca, que a enfermeira falou que era fome. Falamos que não era, tinha pouco tempo que ela havia mamado, que ela estava se contorcendo... Mas não sabemos de nada, somos inexperientes. Analu mamou a chuca! Sei que fez isso pelo acalanto, para se acalmar, mas, para a enfermeira, era fome e mais um atestado de que não sabíamos ainda reconhecer o choro dela.
Após um tempo dessa mamada forçada, o choro piorou e as dores também. Tava na cara que, o organismo dela não aceitou bem a fórmula. Dessa vez, não chamamos ninguém, ficamos nós dois ali, fazendo o possível para ela se acalmar, até que dormiu aconchegada no colo do Pedro. Nesse momento, nós dois concordamos que iríamos embora dali, assim que clareasse. Não queria nem saber, eu assinaria qualquer documento, mas não passávamos mais uma noite ali. O estresse estava me consumindo! Eu só queria minha casa, nós 3 sozinhos, sem interferência alguma, para nos entendermos. Precisávamos de espaço e tempo e, ali não estávamos tendo nenhum dos 2!

Amanheceu, tomei meu café e, tive a sorte da Analu ser a primeira nos exames diários. Assim que a enfermeira chegou, falei super firme para ela avisar ao pediatra que iríamos embora, que ela tinha consulta, no dia seguinte, com a pediatra que escolhemos e que não iríamos perde-la. Comecei a arrumar nossas malas decidida. Uma técnica veio e me ordenhou! Último sofrimento, pensei!

Passou um tempo Analu voltou. Perguntei como foi e a técnica disse que a pediatra viria falar comigo, mas que ela teria alta sim. Ufa! Respirei aliviada. Quando a pediatra veio, explicou todos os exames que foram feitos no hospital, as vacinas que ela havia tomado, como ter acesso ao exame do pezinho, deu a receita da fórmula e orientações, quanto aos cuidados de higiene e amamentação. Depois, veio a enfermeira chefe do dia, a mesma que sinalizou que eu não teria alta tão cedo. Ela começou falando que já que eu queria a alta, que eu deveria seguir algumas orientações. Começou a explicar desde a troca de fralda, a esterilizar mamadeira, como dar banho e coisas do tipo. Ouvíamos quietinhos, doidos para ela terminar logo e partiu casa! rsrsrs
Pronta para ir para casa!

Assim que ela saiu, Pedro foi na farmácia comprar a fórmula, enquanto eu amamentava. Eu não queria sair sem a fórmula com medo de que desse algo errado na estrada e ela ficasse com fome. Neurose de mãe. Que delícia foi sair dali. No caminho, entrei em contato com a consultora e agendamos para o sábado pela manhã. Ela era a minha última esperança de conseguir amamentar e, eu devia tentar. Encarei o custo como um item do enxoval.

Chegar em casa foi um alívio e muito especial! Mas, eu conto no próximo post!
Beijosssss

5 comentários:

  1. Oi Babi!
    Poxa que sufoco hein...Não tenho filhos, mas pelo teu relato acho que o pessoal da maternidade podia ter se esforçado um pouco mais pra te ajudar né.

    Bjos

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  2. Nossa... sou mãe e fiquei muito sentida com tudo que vc passou! Desculpa, mas acho que não foi falta de sorte sua... pq vc passou por vários turnos, várias equipes e vários profissionais.. erram com vc o tempo todo! Esse é um momento muito especial e os profissionais precisam estar preparados para essas dificuldades.. para lidar com elas com todo cuidado e zelo... vc não foi a primeira nem a última a passar por essa situação e é assim que eles te auxiliam?! Eu jamais voltaria lá... com certeza!!! Quanto a inexperiência é assim mesmo... um dia de cada vez.. e cada dia melhora um pouquinho.. vc fica melhor, a nene começa a entrar numa rotina e daí tudo se ajeita! Bjos flor!

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  3. Nossa que saga tensa! Me faz lembrar a minha :(
    Mamilos invertidos devido a uma queimadura de quando eu tinha 12 anos, por falta de ajuda da maternidade, bebê grande também e esgotamento da reserva energética, tive um bebê desidratado que evoluiu para insuficiência renal e tivemos que voltar para a UTI após alta. Na UTI conheci uma fono neonatal, um anjo que me ajudou e me instruiu com o bico de silicone. Usamos até o Mi ter 6 meses e depois fizemos a retirada aos poucos.
    Após o susto, deu certo... Amamentei até ele ter 1 ano, e encerramos por vontade dele.
    Que bom que vocês conseguiram um final feliz assim como nós.
    Beijos

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  4. Olá!!
    Lendo seu relato nem de longe eu passei isso que tu passou... As enfermeiras do hospital que Caio nasceu eram ótimas e ele não ficava o tempo td conosco, ele ficava no berçário foi bem tranquilo. Mas eu não tive esse final feliz... Meu filho não foi amamentado! Fiz de tudo... Tive assessoria de enfermeira, mas não deu certo, mesmo com a bombinha nada saía! Tentei por quinze dias e foi extremamente sofrido... Aí ligamos para a pediatra e acabamos indo para a fórmula e aí foi o estopim da minha depressão pós parto...
    Que maravilha vc estar conseguindo amamentar!
    Bj

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  5. Oi Babi!
    Linda sua boneca!!!
    Beijos

    construindominhacasaclean.com

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